A coragem para viver uma vida 2.0


Conhecem o web 2.0? É um conjunto de tecnologias que tornam o web mais dinâmica e mais convivial, privilegiando a interacção entre os utilizadores. Um grande renascimento que veio dépoussiérer as nossas antigas páginas web estáticas e assim trazer uma lufada de ar puro todos os internautes.

Eh bem para mim, a coragem tem ligeiramente o mesmo efeito para a vida. É uma espécie de alavanca que permite escapar ao ar viscié da rotina para provar ao ar puro que reina além. Obtem-se assim uma vida mais dinâmica e das relações mais ricos graças à superação deele.

Sobre Wikipedia, há uma definição de coragem de que gosto muito: “fazer o que está exactamente “. Aquilo quer dizer que as pessoas que faltam de coragem fazem o que é injusto? À verdade dizer, não farão necessariamente o mal à sociedade permanecendo no seu fastidioso casulo. Mas é à eles que farão! Sabem pertinament que que fazem lhes não se assemelha. Há sempre esta pequena voz que eles repete, por exemplo: Qu'est-ce-que faço neste ofício? Qu'est-ce-que faço com ele/ela? Qu'est-ce-que faço neste bled? Qu'est-ce-que faço nesta comunidade? Qu'est-ce-que espero para falar-lhe? Basicamente não se é ao nosso lugar, mas tenta-se persuadir-se do contrário encontrando-se qualquer muitos desculpas e ocupações que consolam: os jogos vídeos, as horas supp, a televisão,… mas a voz não se apaga, é uma indisposição que sente-se constantemente de maneira difusa, quase inconsciente. Atrasado deixará o lugar às lamentações, e mesmo a amargura: “Mas o que tem faz da minha vida? Se tivesse sabido…”.

É verdadeiro que a sebe a cruzar pode parecer muito elevada. Foi condicionado-se tanto para pensar que é insuperável. De resto ninguém toma-nos seriamente quando declara-se orgulhosamente querer desafiar-o. É uma verdadeira cultura da pobreza, que contamina tanto de melhor que é compartilhada por mais maior número. O medo é implacável: tem-se medo a ser humilhado, a ser rejeitado, de faltar de dinheiro, sofrer… No entanto, esta barreira não é tão temível, quando dá-se-se a penalidade de fazer-lhe face. Chega mesmo que seja imaginária, e que atravessa-o-se sem resistência como uma sombra. Basicamente, mais dura estes em casos lá é decidir-se agir apesar do medo. E a coragem virá após o medo…

Certamente a barreira pode ser espectral e gerar um medo infondée. Mas é necessário efectivamente reconhecer que os fantasmas são mais raros que os objectos reais ;) por conseguinte vale melhor tomar o medo seriamente, pelo menos inicialmente. É necessário ser conscientes de um potencial malogro, mais ou menos fatal. Certas vezes poderá-se aumentar-se facilmente, e outros de menos. E em função deaquilo poderá-se prever uma preparação adaptada (mais ou menos longo). O facto é que o medo age sobre o nosso estado interno de maneira nefasta, ela limita as nossas capacidades e brinca sobre o nosso moral, será necessário haver certa resistência. E como para as vacinas, nada como um bom vírus enfraquecido para desenvolver a referida resistência! O vírus enfraquecido no nosso caso, será muito simplesmente colocar a barra menos elevada que previsto, até a chegar progressivamente à boa altura. Por exemplo, se é tímido, posso primeiro tentar falar às pessoas nos rabos de espera, gracejar com a caixa, etc. antes de ir abordar uma rapariga na rua.

Uma outra solução bastante evidente será muito simplesmente informar-se, porque após todo, há também o medo do desconhecido que brinca. Neste caso vou tentar encontrar um livro, um mentor, uma comunidade, um blog sobre o assunto de forma a impregnar-se da sabedoria dos outro. E enquanto fazer, poderei também provocar-se com eles, comprometer-se de maneira forte sobre o caminho da cura de forma a fazer face à este medo que me terrorise.

A prazo, tomarei o hábito de utilizar a minha coragem para enfrentar um à umas minhas fobias mais que limitam a fim de desenvolver por último uma vida onde o meu potencial desenvolva-se inteiramente. Será mais espontâneo, mais directo, que não quer dizer necessariamente mais agressivo. Mas terei sobretudo a força de encontrar as palavras justos que correspondem ao meu pensamento. Tomarei atalhos que outrora eram inacessíveis. As minhas relações serão mais autênticas, onde outrora eram baseadas na manipulação. E sobretudo, o meu estado interno permanentemente será criado no máximo, privilegiando uma criatividade outrora reservada aos meus momentos de graça mais gloriosos.

É apenas desde recentemente que observo conscientemente este conceito de estado interno nas pessoas. Tento decifrar a sua linguagem corporal, os índices no tom da sua voz, no seu vocabulário, o seu nível de criatividade, qualquer isto em situações diferentes. E é bastante apaixonante divertir-se reconhecer o quem aproximam-se desta vida 2.0!

E vocês, reconhecem lá certas pessoas do vosso ambiente?

Este artigo é a minha contribuição para o festival à Encruzilhada do Blogs - edição de Dezembro sobre a coragem. Encontrará em breve o artigo sumários sobre o blog Booster a vossa Influência

.

Tags: , , , , ,

Se gostar deeste artigo, der mais visibilidade votando por ele sobre Scoopeo:


Artigos similares (em teoria):
Livros para alterar de vida
Golpe de coração: estudar improvisação ao piano
5 vídeos de improvisação hilarantes: o auge da criatividade
À Encruzilhada do Blogs - 1re edição: Vencer o Medo
O mundo secreto virtuoses da draga - recursos e bibliografia


3 comentários ”

  1. Laurent DUREAU said,

    Wrote ele Dezembro de 3,2008 @ 12:20

    Bom-dia Argancel,

    Obrigado fazer a aproximação entre fazer o que está exactamente e a coragem.

    Com efeito, qu'est-ce-que a coragem se não fazer de acordo com o nosso coração e os nossos valores?

    É quando um indivíduo fez-o, que os outros (que não o fizeram) dizem que era corajoso!

  2. Argancel said,

    Wrote ele Dezembro de 3,2008 @ 14:45

    @Laurent: sim, de resto a palavra coragem é derivada de coração que parece.

  3. numEric said,

    Wrote ele Dezembro de 4,2008 @ 13:10

    Bom-dia,

    Quem fala de medo fala de proposta. Sofrido ou voluntário de resto.
    Uma sociedade peureuse (apresentado), aí está que tornou-se a Europa.

    É surpreendente ver qual grau de covardia chegamos, qual ponto, dia após dia aceitamos o inaceitável.

    Em nome que? Da segurança, de conforto do que en-dira-t' ele.
    Ou passaram o espírito de revolta, a crítica, a discussão?

    Enquanto que fazer? Esperar ainda e ainda? Mas não é demasiado atrasado já? São invisuais para não compreender o que nós chega?
    Tanto ou seja pouco de curiosidade é suficiente iluminar-nos no entanto. Mas a curiosidade…

    Sem dúvida um golpe de boca além disso, vão e sem consequência. É a soma deeste pequeno nada que fará - talvez - mover as nossas vidas.


Um rétrolien

  1. A coragem em todos os estados… | Booster a vossa influência

Como RSS · TrackBack URI

Acrescentam um comentário

Nome:

Enviar por correio electrónico:

Website:

Como: