Produtividade dos franceses: um do melhores do mundo?


Reencontra-se frequentemente a França em cabeça das classificações mundiais em termos de taxas de produtividade. Mas este indicador é realista?

“Não se sabe nada”, eis em substância a resposta único dá-nos o excelente artigo a produtividade ao banco dos acusados sobre AgoraVox.

O autor apoia-se para aquilo sobre alguns exemplos práticos bem escolhidos que repõem em causa a medida da produtividade:

  • As deslocalizações exercem um impacto favorável na produtividade dado que permanece ao país apenas aos trabalhadores mais qualificados e por conseguinte melhor pagados.
  • A passagem para as trinta e cinco horas dopa a produtividade, dado que a produção não se reduz para tanto.
  • O cálculo da produtividade não tem em conta a riqueza “histórica” da França. O que implica que um funcionário chinês que traz 4 vezes menos que um francês, será considerado como 4 vezes menos produtivo para um trabalho equivalente.
  • Os empréstimos do estado dopam a produtividade, enquanto que a produção obtida não é nova (é apenas a transformação dos fundos em bens e serviços). E será necessário efectivamente que o estado recupera sobre a produção ulterior de qual reconstituir a sua poupança.

Os comentários não são permanece, em especial os de Roland Verhille, que dá-nos um final exemplo:

Comparação entre um país onde todos os impostos são impostos directos sobre os consumidores, e países onde únicos existem impostos sobre as empresas que, por necessidade vital, reflectem-o nos preços (os preços de mercado). O país à produtividade mais elevada será o onde únicos existem impostos sobre as empresas reflectidos nos preços de mercado, o que cria o PIB que é calculado em preços de mercado.

Espera-se com impaciência o seu próximo artigo sobre imposture do PIB.

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5 comentários ”

  1. khrys said,

    Wrote ele Janeiro de 18,2008 @ 13:59

    “Reencontra-se frequentemente a França em cabeça das classificações mundiais em termos de taxas de produtividade”
    Impressionando, sobretudo quando conhece-se o número de funcionários :)

    “A passagem para as trinta e cinco horas dopa a produtividade, dado que a produção não se reduz para tanto.”
    Marrant que produza-se tanto menos de hora, viu-o Ca ou? Ah sim, nos funcionários sem dúvida: 0 serviços em 39H ou 0 serviços em 35H, produzem tanto menos de tempos :) (não dactilografar)

  2. Argancel said,

    Wrote ele Janeiro de 18,2008 @ 14:35

    Sim simplifiquei ligeiramente a passagem sobre os 35heures.
    Com efeito, a ideia, é que não é ser partido do dia em que passou-se aos 35heures que a nossa produção diminuiu na mesma proporção. E houve tanto ordenamentos à esta lei que aquilo falseia os cálculos.

  3. Stef said,

    Wrote ele Janeiro de 29,2008 @ 16:14

    Encontro ligeiramente fácil o cliché sobre os funcionários. Mim que passou no privado que dura de longos anos antes de juntar-se função à pública devo confessar que no privado, há Muitos pessoais que são largamente menos produtivos que os funcionários e dos quais interroga-se-se qual medida seriam capazes, se forem despedidos, em adaptar-se ao mercado de trabalho… Por último seja como for aconselho-vos que leia artigos procedentes de publicações sérias, se não, para os que gostam das ideias afiadas sobre as 35 horas e os funcionários, “em sempre dédé lá” à Cergy que é um bar bem conhecido para o philosphie que é desenvolvido lá!

  4. Argancel said,

    Wrote ele Janeiro de 30,2008 @ 8:15

    @Stef: pessoalmente não garanto este diálogo a propósito do funcionário. E o que é certo é que este blog não é certamente comparável à diários especializados. E sim, este artigo chama à discussão, como é o objectivo dos blogs em geral. Se encontra por conseguinte qualquer espécie de pessoas, e os frequentadores assíduos em Dédé são os bem-vindos.

  5. fakuoren said,

    Wrote ele Novembro de 6,2008 @ 20:47

    Prejuízo que os `e' com o acento agudo não seja tidos em conta nos comentários.


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