20 Novembro, 2008

Os livros são instrumentos de escolhas para levar um olhar novo sobre o mundo. Ele lá aos que faz viajar, os que diverte, os que faz reflectir… e os que fazem ao mesmo tempo! Alguns são tanto rico de ensino que tem-se desejo de inspirar-se, em especial certos livros de desenvolvimento pessoal. Estes livros podem conduzir-nos efectuar um trabalho sobre nós-mesmos a fim de alterar e viver uma vida mais rico.
É sobre esta constatação que Oliveira Roland, autor de Hábitos Zen.fr decidiu criar um novo blog dedicado esta vez-CI a estes famosos livros. Sob o título explícito “dos livros para alterar de vida “, propõe-se por conseguinte oferecer-nos as revistas das suas leituras mais notáveis. E Oliveira é fundamentada muito dado que lançou-se o desafio de ler 52 dos melhores livros de negócio em 52 semanas!
Os livros em questão fazem parte de uma colecção chamada Personal MBA, que é suposto conter qualquer sabê-lo que adquira-se quando estuda-se para obter o famoso diploma MBA (Master of Business Administration). Então obviamente, pode-se interrogar-se se os autores destes livros são capazes de substituir-se à professores experientes, e sobretudo se qualquer este saber acumulado assim em poucos tempos não vai partir em fumo. Mas Oliveira é consciente destes limites e previu aplicar no máximo os conceitos evocados. Através da sua empresa pessoal, que gere já desde 8 anos, propõe-nos assim que compartilhe os seus regressos de experiência ao longo de toda a operação. Este projecto ambicioso apresenta-se por conseguinte como um momento decisivo essencial na sua carreira.
Notar também a versão inglesa do sítio: “Books that can change your life “, traduz através de uma tradutora off-shore contratada por Oliveira. Visivelmente, esta versão do sítio começa a ter certo sucesso dado que um dos autores dos livros do projecto, Erika Andersen, localizou-o e aproveitou para oferecer uma versão dedicada do seu livro!
Ter-o-á compreendido, este sítio por conseguinte não terminou de fazer falar deele. E ser-nos -á muito precioso para descobrir boas pistas de leitura.
Boa coragem Oliveira!
31 Outubro, 2008

Eis um artigo redigido por ocasião da edição do Festival à Encruzilhada do Blogs deste mês. O tema é “como sobreviver à uma situação desesperada? ”, inspirado da crise financeira actual que nos faz mergulhar lenta mas certamente numa crise económica mundial. Encontrará em breve o sumário dos artigos propostos sobre este tema em Pedra Morsa, subscreve-o por conseguinte o seu blog para errá-lo!
Ele sim, nós eis bonitos em panos, a crise aponta a extremidade do seu nariz e mergulha-a mais já de um numa situação difícil. Então é necessário aceitar esta fatalidade? Seé- necessário morfondre no torpor enquanto passa a trovoada? Primeiro, cessam dramatiser: muito entre nós, mim incluindo, atravessam um período faste. A abundância continua lá, mas sob outras formas. Para persuadi-los e ajudá-los a relativizar (no caso de ser necessário) gostaria de retornar sobre o conceito mesmo de fatalidade.
Creio profundamente que a fatalidade é cada vez mais rara hoje em dia. E para sair, trata-se mais frequentemente de saber tomar-se em mão que de possibilidade. A ciência é para muitas na melhoria do nosso destino, e dá uma escolha sempre mais larga na maneira de regular as nossas preocupações diárias. Recentemente tenho lido sinalizar das 10 descobertas da ciência que nos influenciaram mais estes últimos anos, eis:
Ler a sequência”
8 de Agosto, 2008

Em Janeiro passado, pôde descobrir a primeira parte considerar da minha viagem ao Tsingy de Bemaraha no artigo seguinte: Tsingy de Bemaraha: a descida do Tsiribihina. Era por conseguinte grande tempo que publico a sequência, enquanto preparo-me já para emigrar à Maurícia.
Aquando da primeira parte, tínhamo-nos parado à aldeia Belo sobre Tsiribihina, que é a cidade que atinge-se no fim da descida do rio Tsiribihina.
Como pode-se vê-lo sobre o mapa, estamos agora muito próximos do Tsingy. A sequência da viagem consiste a juntar-se a Bekopaka em 4×4. É uma pequena aldeia em cercadura do maciço do Tsingy. Granulação seguidamente caminho para percorrer a estrada de Morondava que é limitada numerosos baobabs, sobretudo sobre uma porção de estrada que chama-se a Aleia Baobabs. Após Morondava, será tempos de juntar-se à capital Antananarivo passando pela cidade de Antsirabe.

Ler a sequência”
5 fév, 2008Pas de Commentaire

Para converter as divisas, o meio mais comum é consultar gordos os portais como Yahoo ou MSN. Mas se como fazer está deslocação? Sem estar a contar que estes portais de informações são frequentemente uma fonte de procrastination.
PicoCurrency é uma boa resposta à esta necessidade. Este pequeno utilitário conecta-se à Yahoo Finança para vocês e pode registar localmente as taxas de câmbio mais de 150 moedas. Além de ser gratuito, pesa apenas 12ko e executa-se sem instalação prévia. Que estofar a caixa à instrumentos da vossa chave USB.
Só bemol: esqueceram o Ariary malgaxes! Interroga-se-se que têm mais ao Lesoto e as ilhas os Fiji; p)
31 jan, 2008

Prosseguimos hoje o nosso sobrevoo do livro a semana de 4 horas de Tim Ferriss.
Após ter definido que são os Novos Ricos e começado a perspectiva seriamente a considerar de uma vida mais que excita, continuam com a fase de eliminação:
Eliminar para concentrar-se nas suas actividades mais rentáveis
Aqui, Tim Ferriss enuncia a maior parte dos meios que permitem desembaraçar-se do qualquer inútil da sua semana de trabalho para concentrar-se no essencial:
- O relatório 80/20 ou lei de Pareto: de acordo com esta lei, 80% da nossa produtividade provem de 20% do nosso trabalho. Fazem por conseguinte a pergunta seguinte: “Como economizariam 4/5 das vossas horas se fosse uma pergunta da vida ou de morte?”. Esta lei pode ser utilizada também para focalizar-se sobre aos clientes mais rentáveis da sua sociedade.
- A lei de Parkinson: esta lei indica que é-se mais produtivo quando o prazo é curto. Recordam os vossos deveres a tornar a escola…
-
A ignorância selectiva: evitam expôr-se à demasiado informações. Tim Ferriss confessa por exemplo nunca ler o jornal (à parte eventualmente gordos os títulos) e privilegiar o contacto humano para captar o essencial da actualidade. Ler a sequência”
15 jan, 2008
Eis por último: considerar da minha viagem ao Tsingy de Bemaraha em Setembro passado.
Para os que desembarcam, é necessário saber que é um maciço rochoso ao Leste da Madagáscar que forma um labirinto de PIC calcárias que alternam com a floresta primária.
A primeira parte é já em linha desde ontem ao endereço seguinte: a descida do Tsiribihina (no meu amigo Khrys).
19 sete, 2007Pas de Commentaire

Parto amanhã para o Tsingy de Bemaraha. São PIC calcárias ao Oeste da Madagáscar que formam um labirinto invadido pela floresta primária. Um sítio classificado ao património mundial da UNESCO.
Era Yann Arthus-Bertrand que despertou o meu interesse para o Tsingy graças à esta magnífica fotografia tirada do seu recolhimento “a terra vista do céu”. Vou por conseguinte por último poder visitar esta maravilha. 10 dias de descobertas que vou saborear à sua justa medida!
Em antecipação, poderá consultar os alguns artigos que programei durante a minha ausência, história que o blog continua o seu pequeno homenzinho de caminho.
Se não o conhece ainda, eis a lista dos sítios classificados ao património mundial da UNESCO, de que dar-vos boas ideias de viagem.
2 juil, 2007
Me aí está de regresso após uma semana de viagem sobre a costa Leste da Madagáscar. E não me opus ao desejo de escrever-vos uma pequena caderneta de viagem acompanhada de algumas fotografias - e uma vídeo!

Ler a sequência”