Tsingy de Bemaraha: o Grande Tsingy e a Aleia Baobabs
Em Janeiro passado, pôde descobrir a primeira parte considerar da minha viagem ao Tsingy de Bemaraha no artigo seguinte: Tsingy de Bemaraha: a descida do Tsiribihina. Era por conseguinte grande tempo que publico a sequência, enquanto preparo-me já para emigrar à Maurícia.
Aquando da primeira parte, tínhamo-nos parado à aldeia Belo sobre Tsiribihina, que é a cidade que atinge-se no fim da descida do rio Tsiribihina.
Como pode-se vê-lo sobre o mapa, estamos agora muito próximos do Tsingy. A sequência da viagem consiste a juntar-se a Bekopaka em 4×4. É uma pequena aldeia em cercadura do maciço do Tsingy. Granulação seguidamente caminho para percorrer a estrada de Morondava que é limitada numerosos baobabs, sobretudo sobre uma porção de estrada que chama-se a Aleia Baobabs. Após Morondava, será tempos de juntar-se à capital Antananarivo passando pela cidade de Antsirabe.
Atravessamos por conseguinte em primeiro lugar o Tsiribihina. E desembarcamos da barca à Belo-sur-Tsiribihina.
Ataca-se seguidamente uma pista de 70 kms, ou seja mais ou menos 4:00 em 4×4 até a Bekopaka, uma aldeia à entrada do Tsingy de Bemaraha.
À extremidade da pista, o rio Manambola separa-nos de Bekopaka. Devemos por conseguinte retomar uma barca. Há alguns crocodilos que não se verá, é necessário dizer que a zona é frequentada muito neste período turístico.
A Bekopaka, alojamo-nos em bungalow à retransmissão do Tsingy, é um complexo muito recente.
Não vos aconselho a sua cozinha mas a vista é magnífica:
Há um elegante gecko, é uma espécie lézard.
O dia seguinte, a visita começa pelas gargantas do Manambola, que fazem 80m de altura. Se pode-se observarem alguns túmulos Vazimba escondidos nos penhascos. O Vazimba foi os primeiros habitantes dos lugares.
Paramo-nos em algumas pequenas cavernas onde pode-se admirar stalactites e stalagmites.
A visita do Tsingy como tal far-se-á o após meio-dia.
Na floresta primária que limita-o, descobrimos de sympatiques sifakas (o que quer dizer lémurien malgache). Este está da espécie propithèque de verreaux.
Certas árvores são asfixiadas lianes parasíticos impressionantes pela sua dimensão.
Chegados ao bordo do maciço do Tsingy, começamos a escalar-o através baudriers e cordas e graças a escalas. Ca tem o ar impressionante como aquilo mas o circuito está ao alcance de todos.
O Tsingy de Bamaraha é mais maior sítio protegido da ilha, ou seja 157.000 ha que agrupam o parque nacional (celui-là) e uma reserva natural integral mais ao norte.
Aqui aproximamos do uma da cimeira, arranjada em mirante.
O Tsingy é igrejas naturais clochers de Cársico, classificadas pela UNESCO. São formações karstiques na forma de agulhas. Absolutamente espectaculares!
Bom vêem, como diz-se suicider malgache. Ah de acordo: Mamoha fo ![]()
Há 200 milhões de anos a bandeja do Bemaraha era abrangido inteiramente pelo mar.
Os mariscos e os corais mortos soldaram-se entre si lentamente, formando camadas sucessivas durante várias dezenas de milhares de anos. Encontra-se assim mariscos enquanto que é-se à 100km do mar!
Seguidamente, uma placa gigantesca começa a emergir. O calcário seco e fende-se, provocando a criação de canyones e de dioclases (fracturas).
Por último, há 5 milhões de anos, outro tipo de erosão vem terminar o quadro: a da chuva.
Ligeiramente ácida, esta flui ao longo do balanço, corrmói o calcário e cria os famosos lapiez, estas espinhas aceradas de cor cinzento chamadas Tsingy (pontiagudo ou fio) malgache.
Não se cansa admirar-o.
Por lugar, a vegetação chega a implantar-se, como aqui com esta magnífica árvore Vazaha (é o nome malgaxe para os estrangeiros europeus). Está como nós: descasca!
E por CI por lá aparecem alguns cactus.
Enquanto passeia-se-se à cimeira das PIC de calcário, uma ponte de macaco aparece e permite admirar uma profunda garganta.
Seguidamente após ter aproveitado da paisagem grandiosa destes balanços à perda de vista, é já tempos repartir através das profundidades do maciço.
De abaixo, o Tsingy forma enormes umas salas ao tecto elevado, enquanto os alguns arbustos há fazem figura de plantas de apartamento.
À orla do maciço, cruza-se um das árvores ícones do sítio. Porque empurrar direito quando pode-se fazer em algumas remalhagens?
Após esta visita do Tsingy de Bemaraha, atravessamos de novo o rio Manambola para juntar-se Belo sobre Tsiribihina.
E deixamos Belo para Morondava.
A 18km antes de Morondava, paramo-nos por último sobre a aleia Baobabs.
Allée des baobabs é ajuntamento baobabs mais espectacular da grande ilha. Uma vintena destes gigantes pluri-centenaires do mundo vegetal elabora com efeito o silouhette magistrale dos seus troncos enormes, que termina frondaison quaseatrofiado, de parte e outro da pista arenosa.
Baobab é o rei dos vegetais. Gigantesca árvore ao tronco espesso, gordos os frutos na forma de garrafa e os ramos quaseatrofiados, semelhantes à raizes que empurram para o céu.
Difícil comparar-se com eles
Recenseia em a Madagáscar 6 das 8 espécies baobabs do planeta.
Baobab conhece uma multidão de usos, embora a sua solidez impeça os habitantes abater-o. As suas folhas e os seus frutos consomem-se fervidos, a sua cortiça serve para fabricar cordas e vestuários e para construir casas. A sua seiva é utilizada para confeccionar papel.
O seu tronco, verdadeiro tanque, pode conter milhares de litros de água. Certos spécimènes dépasseraients os 1000 anos de idade.
Deitá-lo do sol é o prego do espectáculo, projectando grandes sombras no céu.
Chegado à Morondava: no meio do território sakalava. A capital da região do Menabe beneficia cada ano de 10 meses de calor seco, moderado pela brisa marinha. É uma pequena cidade às ruas de areia.
Residimos em pequeno bungalow que dá sobre o oceano. É necessário habituar-se ao barulho das vagas na noite.
Constata-se que o oceano corrmói inexoravelmente o litoral arenoso de Morondava, ao bordo do canal do Moçambique.
Vão, faz-se-se uma pequena visita do mangrove?
O mangrove é uma floresta inundada percorrida por uma mistura de água doce e de água salgada. As raizes das árvores excedem terra e protegem os peixes. É um meio abundante de vida.
E o caméléons estão da parte:
Accostons de outro lado do rio, não distante de uma aldeia de pescadores da etnia do Vezos.
Algumas crianças da aldeia de pescador. A metade da população malgaxe (18 milhões de habitantes) tem menos de 20 anos. Esperança de vida: 55 anos para os homens, 58 anos para as mulheres.
Malgaches descem essencialmente malais e de indonésios chegados há 1500 à 2000 anos.
A aldeia não faltará de nozes de coco!
Deixamos por último Morondava.
A partir lá, toma-se uma estrada onde o betume partiu, por placas inteiras e o calor é accablante. Até a Miandrivazo, será o galère com esta estrada danificada.
Enquanto que fazemos parada devido a problema técnico, a população muito acolhedora da Madagáscar vem ter-nos companhia. Os habitantes continuam orgulhosos de pôr para a fotografia e émerveillent vendo o resumo sobre o ecrã numérico.
Antsirabe: é ligeiramente a capital do artesanato malgaxe, uma boa ocasião de visitar as pequenas empresas familiares que se criaram.
Aqui, um bordado, onde o desenhista vem dar-se em espectáculo. Desenha cenas da vida diária sobre coberturas.
As costureiras têm mais apenas a bordar os motivos.
Um mamie adorável está lá para acariciar-nos. Vende-nos os produtos da empresa. Notam que as pessoas idosas em a Madagáscar frequentemente são dotadas muito em francês.
Terminamos o périplo pela visita de talhadores de chifres zébu, que fazem-nos uma pequena demonstração:
Deve-se primeiro retirar o osso do chifre.
Seguidamente aquece-o-se.
O que permite tornar chifre o flexível.
E corta-o-se pouco a pouco antes de lustrar-o para dar-lhe a sua forma final.
Espero que terá apreciado este passeio ao Oeste deste maravilhoso país que é a Madagáscar.
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khrys said,
Wrote ele Agosto de 11,2008 @ 9:37
Muito coruja
sexydinosaure said,
Wrote ele Agosto de 26,2008 @ 19:28
A possibilidade viu o Tsingy! Habitando alguns anos ali não tive ocasião ainda de ir. Um dia
Obrigado em todo caso para esta bonita divisão e para este blog sobre o qual caí sobre os 100 conselhos para construir um blog à sucessos
Boa continuação.
Lki